[ ALMA DICA #1] DOCUMENTÁRIO "WINTER ON FIRE: A UCRÂNIA LUTA POR LIBERDADE"




Olá, meus queridos.

Hoje, me deparo com inúmeras noticias de manifestações no Brasil inteiro contra a corrupção e todas essas mazelas que enchem de ratos nossas piscinas. Contudo, entendo que manifestar por manisfestar nunca muda nada, quando não sabemos pelo que e nem como lutar. 


Há aqueles que se manifestam de uma forma diferente. Eu, por exemplo, não sai da minha casa para ir a lugar nenhum, mas entendo que posso manifestar de outras formas. Mas, este texto não é sobre essas formas, mas sim uma indicação pra nos fazer refletir e perceber a dureza de um jogo politico que nos mata e nos fere. E em qualquer parte do mundo isto existe.



Entre 2013-2014 a Ucrânia viveu uma de suas maiores manifestações populares. Muita gente morreu. Mas, a resistência de lutar pela Pátria e pelo seu futuro, moveram milhares de pessoas por cerca de 3 meses, em uma "guerra", vejo desta forma.
Posso até ser meio leviano ao comparar o que vi neste documentário, que aqui indico, com a  história relatada no livro "Jogos Vorazes" da Suzanne Collins. Porém, fiz essa analogia, porque eu realmente vi uma história fictícia sendo mostrada na realidade.

Se hoje você como eu não foi a nenhuma manifestação, mas quer aprender algo, um motivo para pensar sobre tudo isso que vivemos eu indico a vocês o documentário "Winter on Fire: A Ucrânia luta por liberdade", um documentário da Netflix e indicado ao Oscar de Melhor Documentário neste ano.



O filme traz uma visão impactante, extremamente forte e sensível das manifestações da população contra a presidência quase ditatorial. Tudo começou quando o presidente não assinou o acordo que faria a Ucrânia ser parte da União Européia, a população revoltada foi as ruas, e num misto de negociações, lutas, mortes, reflexões, unidade entre religiões, conseguiram um pequena vitória: O presidente renunciou fugindo do país. E hoje a Ucrânia faz parte da União Européia.

Sabe, quando eu assisti esse documentário, muitas vezes eu me senti impotente. E muitas vezes eu olhei para as nossas manifestações e pensei será que nós resistiríamos com eles a tamanha violência ou recuaríamos? Será que lutamos por uma nação ou só pelos nossos desejos egoístas? Porque eu estou na rua e porque não estou? Eu morreria para que meu país tivesse um futuro melhor? 

Essas perguntas, quase não me fazem dormir e elas voltam agora.


E sinceramente, este documentário ajudará a cada um se abismar com a crueldade do poder; se emocionará em ver como o ser humano é capaz de unidade, de amor ao próximo. E, sim, porque não? Nos surpreenderá pela capacidade de agradecer a Deus, diante das pequenas e grandes conquistas. 

É um documentário brilhante! Vale a pena assistir! Ele está disponível na Netflix. 

#PorAmordeTiOhBrasil

Então, Vamos Bailar!


Eu não fui jovem nos anos noventa e muito menos vivi essa época nos states, contudo sua musica ainda é bem recente e temos muito contato. Eu era criança e vivia a escutar aquelas canções que hoje em dia parecem meio antiquadas e tem um que de suave e doce rachadura (Quem já escutou um disco de vinil talvez saiba do que estou falando?). E quando pensei em escrever este texto, sabia que dançar era a melhor escolha de tema. Porque, até para quem não dança, tal modalidade te dá liberdade.
O movimentos dos corpos dos solitários a se desprender nas pistas de dança, encontrando um El Dourado estranho e intrigante. Os corpos unidos dançando, apenas para se divertirem. Ou dançando em um quarto uma música suave com alguém que não sabe dançar, fazendo isto simplesmente pra tornar o momento único.

Sabe, todas as vezes que eu olhar para este dia eu vou lembrar da dança. Porque ela em minha vida é pouco existente, eu quase não danço. Mas, a vida faz umas musicas estranhas para se dançar e é delas que eu gosto. E com elas que balanço meu corpo.

Você já dançou a musica da vida? É meio descompaçada, é meio agitada, tem lá seus momentos de calmaria. Une e Reúne essências tão diferentes para formar amizades, conquistas, amores, aventuras tão únicas e tão vibrantes.

Você já viu os abraços que elas nos proporcionam? São lindos, tão quentes, tão profundos, que são capazes de curar dores, secar lágrimas, trazer o riso.

É um dança diferente! Não é a toa! É viva e intrigante, chega dá medo as vezes por achar que não sabemos como dançá-la.

Porque comecei falando da música dos anos 90? Foi porque ela foi a única que talvez tenha me feito dançar e me ajudou a compactar histórias tão curtas que vivi em suas letras. Não falo de situações cotidianas ou de lengas lengas nacionalistas, falo de palavras que dizem tudo mesmo fora de contexto. Talvez, para você seja estranho todo esse texto, principalmente para quem ele é dedicado, porém o que aqui eu pretendo dizer é: a vida cria danças diferentes no meu coração todas as vezes que conheço alguém que se torna especial na minha vida. E tudo que escrevi tem todo sentido aqui dentro do coração desse jovem.

Quero dançar esta dança e ajudar a vida na sua composição até o seu derradeiro gran finale.

Você é uma linda música sendo tocada por mãos do melhor músico.
Você é uma dança perfeita sendo conduzida pelo melhor dos dançarinos.
Você tem as notas perfeitas, ainda que desafine de vez em quando.

É com estas palavras e argumentos precisos e cheios de símbolos que me despeço desta dança.


Este texto é dedicado à você.
L.Finn.M.

De Jônatas Amaral

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