[CRÔNICA DE CINEMA #2] "Meu Passado Me Condena 2" (2015)




Eu e um amigo decidimos assistir numa segunda-feira o filme "Meu passado me condena 2", uma comédia nacional estrelado por Miá Mello e Fábio Porchat - Filme este que dá sequência ao filme de 2013, sucesso de bilheteria.

Quase nunca assisto comédias nos cinemas e na verdade este foi a primeira vez que assistir uma comédia nacional nas telonas. Não me surpreendi com os poucos momentos hilários e engraçados do filme, gostei do que era realmente o tema do filme: Relacionamentos amorosos.


Quando você sai com os amigos e decidi assistir uma comédia o que você espera? Rir, não é mesmo? Bom, eu realmente dei algumas gargalhadas com o humor do filme, bem verbal e vou dizer inteligente, dependendo dos olhos de quem vê. Por favor, não espere rir a cada minuto de projeção, terá momento específicos para isso diante das crises de relacionamentos.

Percebo que o cinema nacional está querendo ganhar novos ares, se reinventar, estabelecer algo novo. Não foi dessa vez, mas eu gostei das reflexões sobre os relacionamentos contemporâneos que o filme traz: o ideal de que casamento é fim de linha, de que casamento para ser bom tem que ser perfeito (meio antigo esse né? Alias, são ideais que são quebrados no filme), como enfrentar a rotina e a convivência. Não são temas originais, mas sempre atuais nos relacionamentos amorosos. Eles são tratados de uma forma divertida, simpática, não profunda, mas que pra alguém, tipo para esse rapaz que escreve, pode servir para algo.


Sério, eu achei legal. Foi divertido estar aquelas quase duas horas assistindo aquela história com meu new brother, e se quiser, vai lá assistir, aproveita!

Se eu estivesse fazendo uma crítica eu teria que tratar de inúmeras questões de atuação, direção, e tal e tal, mas sério, não quis e nem quero fazer uma resenha crítica para este filme. Valeu o momento, as pessoas envolvidas, as risadas e o entretenimento.

Por Jônatas Amaral

[Crônica de Cinema] – “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (2015)


Cresci admirando a franquia “Jurassic Park”; não fui assistir a nenhum dos três filmes lançados entre 1993 a 2001, logo eu os conheci via VHS e pela TV e mais adiante voltei a eles pelo DVD.

Esses filmes sempre foram capazes de me deixar fascinado e através deles a minha paixão pelos dinos nasceu. Conforme cresci a paixão esfriou um pouco, mas não morreu. Quando as notas iniciais da clássica música de John Williams começaram a soar no primeiro trailer de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” a paixão reacendeu fortemente.


Há cerca de um ano eu soube que a Universal Pictures estava produzindo um novo filme da franquia iniciada por Steven Spielberg, que agora apenas produz, e dá ao diretor Colin Trevorrow, a direção. Logo, a cada trailer, teaser, making offs, entrevistas, imagens e posters divulgados a ansiedade e admiração pelo filme tornava-se maior.

O filme vai onde os outros não haviam ousado ir. 20 anos depois o parque está aberto ao público, maior e melhor como John Hammond havia sonhado; com o seu ideal de mostra o quanto o ser humano é pequeno. O quanto somos essenciais, mas não o centro do mundo. A natureza foi criada em harmonia, tudo no seu lugar. O Homem, então, insiste em destruir tal harmonia.

Com o intuito de obter mais fama, lucro, atração, os cientistas criam Indominus Rex, um dinossauro geneticamente modificado que mostrará toda a sua força, seu instinto.


No dia 08 de julho de 2015 fui ao cinema mais popular da minha cidade, na menor sala do cinema, assistir “Jurassic World”. Jamais esquecerei.

É um filme original que se rende a nostalgia e isso o torna cativante. Ainda que por conta disso crie tramas um tanto clichês demais, repetidas demais e personagens caricatos, ouso dizer que o grande trunfo deste filme é aqueles que se quer retratar: Os dinossauros.


Os dinossauros são os grandes protagonistas. Pela primeira vez eu pude me apegar a eles como personagens, ter um sentimento especifico. Pela primeira vez um velociraptor tem um nome: a linda BLUE – uma grande heroína. Parabéns aos roteiristas que pensaram nessa trama.



Claire (Bracy Dallas) e Owen (Chris Pratt) são caricatos, mas são personagens divertidos. Claire e seu sapato alto de titânio eterno já podem ser um clássico. Owen sem os velociraptors é só mais um, mas pode dar muito pano pra manga. As crianças não são tão cativantes, mas estão envolvidas nas melhores sacadas de humor. Sim, o humor é muito bem feito, funciona inesperadamente bem.


O parque, confesso que gostaria que existisse, mas por outro lado não gostaria de ver neles cédulas de lucro. Não dá brincar com a natureza, acredito ser essa a grande lição do filme. Ela sempre encontra um meio de se sobrepor ao bem, a harmonia.


Eu não vou esquecer o que vi e o que ouvi. Guardarei a emoção de ver diante de mim criaturas que nunca vou por os olhos. O cinema não é maravilhoso por conta disso?

Bravo “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”.

Por Jônatas Amaral


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